terça-feira, 8 de julho de 2014

13 Motociclistas são detidos pela Polícia Rodoviária Federal em pega na rodovia Washington Luís

Operação Jápeto foi realizada para combater a imprudência com veículos de alta cilindrada
PRF. Operação Jápeto visa combater a imprudência de motociclistas - Divulgação

RIO - Treze motociclistas foram detidos por disputarem corridas clandestinas em alta velocidade na Rodovia Washington Luís (BR-040), entre a Baixada Fluminense e Petrópolis, na região Serrana do Rio, neste domingo. Os flagrantes foram registrados durante a “Operação Jápeto”, da Polícia Rodoviária Federal (PRF), com o objetivo de combater a imprudência com veículos de alta cilindrada.

Durante a operação, um deles foi flagrado trafegando com sua motocicleta a 197 km/h. Alguns dos infratores trajavam uniformes de disputas profissionais. De acordo com denúncias recebidas pela PRF, os motociclistas davam a largada para a corrida e disputavam com suas motos quem fazia o menor tempo em determinados trechos. De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, a conduta é tipificada como crime, e a pena varia de seis meses a dois anos de detenção. Os motociclistas foram autuados e vão responder pelo processo em liberdade.

Ao todo mais de 80 motocicletas de alta potência foram abordadas pela PRF. Além dos motociclistas, foram retidos 35 veículos, por irregularidades diversas, sendo aplicadas 75 autuações por infrações de trânsito. Dois deles ainda devem responder por outros crimes. Um por adulterar sinal identificador de veículo automotor, e outro por dirigir em via pública sem possuir habilitação, gerando perigo de dano.

A operação contou com equipes da PRF do moto-policiamento, Cinturão de Policiamento e Fiscalização – que atuam na região metropolitana do Rio –, da 106ª Delegacia (Petrópolis), além do helicóptero da Divisão de Operações Aéreas, que apoiou toda a operação sobrevoando a rodovia e ajudando na identificação dos condutores irresponsáveis.

As ocorrências foram encaminhadas à 106a Delegacia de Polícia Civil, em Petrópolis/RJ.

Fonte: O Globo

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Erik Buell Racing 1190SX chega aos EUA por 16.995 dólares.

Após anunciar o lançamento da 1190RX Superbike, a fabricante norte-americana Erik Buell revelou a Streetfigther RBE 1190SX o modelo mais potente da categoria, que chega ao mercado por 16.995 dólares, valor mais alto que quase todas as suas concorrentes diretas

No mercado norte-americano existem grandes concorrentes como a Aprilia Tuono V4R APRC ABS por 14.999 dólares, a BMW S1000R por 14.950 dólares e a KTM 1290 Super Duke R por 16.999 dólares.

O modelo Racing 1190SX terá o mesmo motor da irmã superesportiva, um V-Twin de 1190 cm³ que desenvolve 185 cv de potência e 14,05 kgfm de torque. Além do propulsor, a naked também compartilha o mesmo chassi de alumínio, suspensões Showa e conjunto de freios da 1190RX.

O novo modelo da Erik Buell estará disponível nas concessionárias norte-americanas no início de julho, nas cores vermelho, branco e preto.

Força final por transmissão e suas vantagens e desvantagens .

A potência e o torque do motor de uma motocicleta não valem de nada, não importando seus valores, se a transmissão final não fizer seu trabalho com perfeição. Responsável por transmitir a força gerada pelo propulsor à roda traseira, como seu nome já indica, e colocar a moto em movimento de maneira controlável, hoje existem três tipos de transmissão final nas motocicletas. A ligação entre o motor e a roda traseira pode ser feita por corrente, correia ou eixo cardã. Cada uma delas tem suas vantagens e desvantagens, servindo para propósitos diferentes. Tudo vai depender não só das preferências pessoais, como o tipo de uso. Qual seria sua escolha?



Correia dentada 

O sistema de transmissão final por correia é muito similar ao feito por corrente. A diferença é que troca-se o metal da coroa, pinhão e corrente, por polias e correia de material flexível. Regularmente fabricadas em borracha de alta resistência, as correias podem conter ainda em sua composição materiais como kevlar e fibra de carbono. Por isso a durabilidade do sistema é maior que o da corrente. As trocas podem acontecer somente com 100.000 km ou mais, sempre de acordo com manual do proprietário. 

No entanto, por serem construídas nesse tipo de material, sofrem com o aquecimento e perdem eficiência. Dessa forma, não são indicadas para motocicletas que atingem altas velocidades. Transmissão final feita por correia dentada é vista, normalmente, em motocicletas da categoria custom, como, por exemplo, nos modelos Harley-Davidson. É um sistema silencioso, que não necessita de lubrificação, e cuja manutenção consiste em limpeza periódica de excesso de sujeira. 

“A maior vantagem da correia sobre a corrente é o fato de não necessitar ajustes ou manutenção. No entanto, sofre com perda de potência (de 10% a 15%) e com o superaquecimento. Um sistema mais caro que o de corrente em caso de reposição, mas por outro lado tem uma vida útil mais longa. Normalmente, o proprietário só se lembra de seu sistema de transmissão quando foi necessário fazer a substituição”, conclui Otani.

PRÓS E CONTRAS CORREIA

+ Baixa manutenção
+ Leveza do sistema
+ Baixo índice de ruído
+ Alta durabilidade
- Custo de reposição
- Manutenção complicada (quando necessária)
- Esquenta em rotações superelevadas


Corrente

Com certeza, a mais comum de todas é a transmissão final feita por corrente, composta por duas engrenagens dentadas de metal e de uma corrente, que faz a ligação entre elas. Essas engrenagens, construídas em diversos tipos de metal (mais comuns aço e alumínio), se diferem na quantidade de dentes e em seu diâmetro. Na parte da frente, próximo ao pedal de câmbio, se o encontra o menor deles, chamado de pinhão. Seu trabalho é transmitir a rotação do motor para a corrente, que pode ser de elos comuns ou com retentor. A corrente, por sua vez, gira e move a engrenagem maior, na parte traseira, cuja força faz a roda traseira tracionar. Juntos, pinhão, corrente e coroa formam o chamado “kit de transmissão” ou “kit de relação”.

Não é por acaso que esse tipo de conjunto seja encontrado na maior parte das motocicletas do mercado. A simplicidade de produção, a facilidade de reposição e o baixo custo de manutenção as tornam muito populares. Além disso, a transmissão final por corrente é a mais eficiente e precisa entre as três na entrega da potência do motor à roda. Tanto que a maioria das motos de competição das modalidades mundiais utiliza este tipo de sistema. Especialistas dizem que a perda de potência é de somente 5 a 10% e por isso é a mais escolhida para motocicletas de alto desempenho.

Assim como há pontos positivos, existem também negativos. O primeiro deles é a necessidade de uma manutenção constante. O mecânico profissional Rogério Otani afirma que para aumentar a vida útil e manter seu sistema em perfeitas condições o correto é, se o uso da motocicleta for diário, lubrificar a parte interna da corrente e regular a folga de acordo com o manual do proprietário pelo menos uma vez por semana. Mesmo seguindo as orientações, a vida útil do “kit” não é muito longa. Varia de 25.000 km a 35.000 km. Além disso, emite ruídos e por precisar ser lubrificada regularmente, se torna um sistema sujo.

PRÓS E CONTRAS - CORRENTE

+ Baixo custo de aquisição/manutenção
+ Facilidade na manutenção/reposição do conjunto
+Baixa perda de potência
- Baixa durabilidade
- Constante manutenção
- Emite ruídos
- Acúmulo de sujeira


Eixo-cardã

A transmissão do tipo cardã foi herdada da tecnologia dos automóveis. Apesar de ter um princípio relativamente simples, o cardã torna-se um sistema complexo nas motocicletas devido a seu volume e peso. Como funciona? Um eixo parte da caixa de câmbio, recebendo a potência do motor, e vai até a roda traseira onde passa essa força para um par de engrenagens, que transmite o movimento para a roda. Por exigir mais do motor, é, entre os três, o sistema que há mais perda de potência, entre 15% a 20%.

Por ser livre de manutenção, normalmente este tipo de sistema é encontrado em motos da categoria big trail e touring, projetadas para longas viagens, como por exemplo a Triumph Trophy SE e a BMW R 1200 GS. “Esse sistema é livre de manutenção. Na verdade, deve ser vistoriado somente em caso de falha e no período previsto no manual do proprietário da motocicleta. Às vezes, os eixos cardã ficam sem manutenção durante anos. Dentro do diferencial do cardã, há um óleo lubrificante que é trocado logo aos primeiros 1.000 km e, depois, só na data estipulada pelo manual do proprietário, que varia de acordo com a fabricante”, explica o mecânico Otani. No entanto, segundo ele, antes de tirar sua moto da garagem, vale a pena vistoriar seu sistema para garantir que não há nenhuma anomalia para não ficar na mão, no meio da estrada, com problemas em seu eixo cardã. A manutenção é difícil e deve ser feita por mecânicos especializados.

Em caso de pneu furado, o proprietário de motocicletas equipadas com cardã pode sofrer. A retirada da roda traseira é tarefa complicada. Não é em qualquer lugar que fará um trabalho correto. Nos piores casos, o mecânico mal informado pode estragar todo o sistema de sua motocicleta.

PRÓS E CONTRAS CARDÃ

+ Livre de manutenção
+ Sistema limpo
+ Baixo índice de ruído
+ Suavidade do sistema
+ Alta durabilidade
- Custo de reposição
- Manutenção complicada (quando necessária)
- Perda de potência
- Dificuldade para troca de pneu 

Fonte: Agência Infomoto

Yamaha aperfeiçoa a trail XT 660Z Ténéré na linha 2015.

                   
No embalo do anúncio da produção nacional da lendária XT 1200Z Super Ténéré, a Yamaha do Brasil aproveita a chegada da linha 2015 para apresentar boas mudanças na XT 660Z Ténéré, que passa a contar com freios ABS (antitravamento), com preço inicial de R$ 32.990.

A moto média da linha aventureira ainda dispõe de semi-carenagem robusta aliada com o para-brisa, assento duplo, tanque de combustível para até 23 litros, entre outros recursos.

A linha 2015 da XTZ 250 Ténéré desponta nos concessionários da marca japonesa no país nas novas cores azul, cinza e vermelho com preço a partir de R$ 13.620.
Já a top de linha XT 1200Z Super Ténéré, passa a ser oferecida nas versões Standard e Deluxe, com preços iniciais de R$ 55.990 e R$ 61.990, respectivamente.

A linha Ténéré da Yamaha faz parte de um segmento consagrado e considerado sinônimo de moto robusta, com inspiração nos modelos homônimos que disputaram os primeiros Rally Paris Dakar (atual Rally Dakar) no deserto do Saara.

ATENÇÃO AÍ PESSOAL: Harley-Davidson faz recall de motos por problema no freio

760 dos modelos Road King Classic, Street Glide e Ultra Limited 2014.
Perda de frenagem pode trazer riscos físicos ao motociclista.

A Harley-Davidson anunciou nesta segunda-feira (30) o recall de modelos 2014, fabricados em 2013, de sua linha de motos touring. De acordo com a empresa, Road King Classic, Street Glide e Ultra Limited podem apresentar problemas no freio dianteiro.

O número total de motocicletas envolvidas no Brasil é de 760, segundo informou a empresa. São 430 do modelo Ultra Limited, 208, do Street Glide, e 122 do Road King Classic.

No comunicado, a fabricante informa que, em decorrência de uma possível montagem incorreta, a tubulação do freio dianteiro poderá ser comprimida entre o tanque de combustível e o chassi da motocicleta, aumentando a pressão do fluido de freio indevidamente.

Segundo a H-D, o mau funcionamento dos freios trazem risco de perda de frenagem e e/ou travamento da roda dianteira, trazendo riscos de queda e ferimentos ao motociclista.

A empresa convoca os proprietários a comparecerem a uma concessionária da marca para a inspeção do sistema de freio dianteiro, com instalação de cabos de retenção e, se necessário, a substituição da tubulação de freio dianteiro. O reparo será totalmente gratuito e terá duração máxima de 2 horas, informa a Harley-Davidson.

É recomendado pela fabricante o comparecimento imediato a uma concessionária da empresa e mais informações podem ser encontradas no www.harley-davidson.com.br ou telefone 0800-724-1188.

Fonte: G1