domingo, 16 de fevereiro de 2014

MV Agusta F4 RR ABS chega ao Brasil por R$ 89.900,00 .


             MV Agusta Brasil inicia nesta semana a produção da nova F4 RR ABS Ride by Wire em Manaus (AM). O modelo top de linha da marca italiana chegará às concessionárias com preço público sugerido de R$ 89.900,00.

“Este é o produto que abre uma série de lançamentos da MV AGUSTA no mercado nacional neste ano. A partir de abril teremos a Brutale 800, em maio a F3 800 e em julho a Rivale 800. Todos com muitas novidades em design, atributos e pacotes tecnológicos muito interessantes para cada segmento”, explica o diretor comercial Sérgio Dias.

A superesportiva MV AGUSTA F4 RR ABS continua a representar um importante papel na história do motociclismo de alta performance, reunindo emoção, desempenho e velocidade num design inigualável e inconfundível.

Na nova versão que passa a ser produzida no Brasil, o modelo apresenta mudanças e uma série de elementos tecnológicos para oferecer controle total da motocicleta e máximo desempenho. Entre as novidades estão freios ABS de última geração, atualização do controle de tração com oito níveis de regulagem e sensores nas rodas dianteira e traseira, e sensor de inércia, novas rodas forjadas e novo spoiler dianteiro integrado na carenagem frontal com DRL (Daylight Running Lights).

Além disso, o modelo traz outros itens exclusivos como o motor Corsa Corta 998 cm3, quatro cilindros, 16V e bielas de titânio, pinças de freio Brembo M50 tipo MotoGP, sistema de acelerador Ride by Wire e EAS (Electronic Assisted Shifter), sistema de troca rápida de marchas.

A nova F4 RR ABS alcança potência máxima de 201 cv a 13.600 rpm e torque máximo de 11.3 kgm a 9.600 rpm. Com essa performance, é uma das poucas motocicletas do mundo a ultrapassar os 200 cavalos. Ela estará disponível nas cores: vermelho/branco e branco perolado/preto.





quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Maxi Scooter Honda Integra ganha mais cara de moto.

               


A fabricante japonesa Honda resolveu incrementar o maxi scooter Integra em sua linha 2014 com um aspecto mais voltado para as motos da linha NC com rodas aro 17 e o potente motor bicilíndrico de 745 cm³ com potência de 54 cavalos.


O câmbio automático Dual Clutch Transmission (dupla embreagem) com função manual de seis velocidades é mais um atrativo do maxi scooter japonês que teve ter suas vendas impulsionadas no mercado europeu com as novidades. 



A marca japonesa já trabalha no mercado brasileiro com as linhas VFR e NC que compartilham tecnologias e mecânica no Maxi Scooter Integra, mas, ao menos por enquanto, não há previsão de lançamento do modelo no país.  
                                                                                                                                    

Fotos e vídeo: Divulgação
Fonte: Equipe MOTO.com.br

Teste Kawasaki Versys 1000: Conforto e potência na medida!

 
A Kawasaki inovou ao trazer para o Brasil a Versys 1000, única motocicleta no mercado nacional da classe Big trail equipada com motor de quatro cilindros. Sua chegada foi bastante aguardada, pois os fãs deste estilo queriam saber o seu comportamento com este propulsor.

Apesar de ser um modelo trail, a Versys 1000 possui além do motor, uma configuração totalmente voltada ao asfalto, indicada para rodar em estradas e não para o uso off road, principalmente por suas rodas e pneus. E foi justamente assim que nós avaliamos esta japonesa, confira!

Comportamento
Seja qual for a estrada a Versys 1000 se comporta super bem, sendo o conforto o seu ponto forte. Suas suspensões invertidas são excelentes e oferecem ao piloto muita segurança e estabilidade no asfalto, principalmente nas curvas. Tanto a dianteira quanto a traseira possuem curso de 150 mm com regulagens no retorno e na pré-carga da mola.

A posição de pilotagem é bastante relaxada, ideal para encarar viagens de médias e longas distâncias. Seu guidão largo em conjunto com seu banco gigante e confortável, tanto para quem pilota quanto para o garupa garantem a comodidade.

Seu sistema de freios possui ABS de série e são bastante poderosos, na dianteira um disco duplo em formato margarida de 300 mm com pinça com dois pistões e na traseira um disco simples de 250 mm e pistão simples, ambos da marca Tokico.

A sua configuração possui três níveis de controle de tração, sendo o nível 3 indicado para piso escorregadio, o nível 2 oferece controle intermediário para o uso do dia a dia e o nível 1 para uma pilotagem mais esportiva permitindo que a roda traseira deslize de forma limitada. Além do controle de tração ela possui dois níveis de entrega de potência, sendo o Full entregando toda a potência do motor e o Low, que despeja apenas 75% de sua força.

Dentro da cidade utilizar o modo Low garante melhor autonomia e uma moto mais “mansa”, pois com a potência reduzida ela demora mais para subir o giro do motor. Mas, quando entrar na estrada coloque o sistema no modo Full e boa viagem.

Motor/Detalhes
O propulsor de quatro cilindros da Versys 1000 surpreendeu com os seus 118 cv de potência. Ele é o mesmo da streetfighther Z-1000, porém, modificado para ter maior torque em baixas e médias rotações, com isso sua potência diminuiu, mas mesmo assim ele continua com respostas rápidas e responde bem na estrada.

Seu torque de 10,4 quilos também contribui bastante para encarar viagens. O comportamento é semelhante a uma esportiva, com aquele delicioso quatro cilindros em linha, porém, com muito mais conforto que só uma supertrail tem. Ela manteve os traços da Versys 650 com leveza e agilidade e ainda por cima com a ausência das vibrações e ruídos.

Ao todo, são 20 cv a menos de potência em relação a naked esportiva, mas sem as oscilações de baixas para médias rotações. É impressionante a junção deste motor com uma moto trail, muito linear e de fácil condução, que movimenta facilmente os seus 239 kg em ordem de marcha.

Após horas rodando com a Versys 1000 o piloto não sente nenhum incômodo, pois seu conjunto além de confortável possui características para isto. Um detalhe que ajuda bastante na estrada é sua bolha de proteção, que pode ser regulada manualmente em até 3 cm na sua altura fazendo o vento desviar do piloto.

E quando falamos de estrada não podemos esquecer-nos da autonomia do modelo. Ela possui um tanque com capacidade para 21 litros de combustível, o que deixa com uma autonomia perto dos 400 quilômetros, a média de consumo variou entre 16,8 e 19 km/l, ótima para viagens.

Conclusão
A Kawasaki acertou na junção de um motor de quatro cilindros em linha em um conjunto trail. O resultado é uma fantástica moto para quem gosta de pegar a estrada com bastante conforto e suavidade. Seu tamanho impõe respeito, mas ao mesmo tempo possui uma pilotagem de fácil condução.

A segurança da moto esta totalmente aprovada com os seus itens tecnológicos como o controle de tração e freios ABS. A Versys 1000 é capaz de ultrapassar a marca dos 200 km/h e possui muita estabilidade na estrada e também nas curvas, graças a seus pneus Pirelli Scorpion Trail de 17 polegadas.

Para quem busca uma big trail com características estradeiras pode encontrar na Versys 1000 um modelo ideal e ainda com preço bastante competitivo no mercado frente a suas concorrentes. Por R$ 49.990 ela pode ser sua próxima companheira de viagem. A versão Grand Tourer, que vem equipado com malas laterais e baú sai por R$ 56.990. 

Ficha técnica
Motor: 4 tempos, 4 cilindros paralelos, refrigeração líquida
Cilindrada: 1.043 cc
Diâmetro x curso: 77,0 x 56,0 mm
Taxa de compressão: 10,3:1
Sistema de válvulas: DOHC, 16  válvulas
Potência máxima: 86,8 kW (118CV) / 9.000 rpm
Torque máximo: 102 N•m (10,4 kgf•m) / 7.700 rpm
Sistema de combustível: Injeção eletrônica
Sistema de ignição: Digital
Sistema de partida: Partida elétrica
Sistema de lubrificação:Lubrificação forçada (cárter semiúmido)
Transmissão: 6 velocidades
Sistema de acionamento: Corrente de transmissão
Sistema de embreagem: Multidisco, em banho de óleo
Tipo de quadro: Alumínio
Inclinação / Trail: 27° / 107 mm
Suspensão dianteira: Garfo telescópico invertido de 43 mm com retorno e pré-carga da mola ajustáveis
Suspensão traseira: Monoamortecedor com retorno e pré-carga da mola ajustáveis
Curso da suspensão dianteira:     150 mm
Curso da suspensão traseira:     150 mm
Pneu dianteiro: 120/70ZR17M/C (58W)
Pneu traseiro:    180/55ZR17M/C (73W)
Freio dianteiro: Disco duplo de 300 mm em formato margarida, pinça com pistão duplo
Freio traseiro: Disco simples de 250 mm em formato margarida, pinça com pistão simples
Ângulo de direção (esq. / dir.): 34° / 34°
Dimensões C x L x A: 2.235 mm x 900 mm x 1.405 mm / 1.430 mm
Distância entre eixos:    1.520 mm
Distância do solo: 155 mm
Altura do assento: 845 mm
Capacidade do tanque: 21,0 litros
Peso em ordem de marcha: 239 kg
Cor: Pearl Stardust White








Fonte:
Equipe MOTO.com.br

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

História da Triumph



 A marca britânica de motocicletas Triumph é uma das mais tradicionais no mundo das duas rodas. A empresa, que comemorou seu centenário em 2002, tem atividades em outros 12 países – Estados Unidos, Inglaterra, Austrália, Itália, Alemanha, Japão, Suíça, Suécia, França, Bélgica, Holanda e Japão – e comercializa cerca de 36 mil unidades por ano.

Apesar de ter celebrado 100 anos em 2002, a Triumph é mais antiga. A marca nasceu na última década do Século 19, após a ida do alemão Siegfried Bettmann para a Inglaterra. O empresário, que até então comercializava máquinas de costura, ficou impressionado com o aumento da frota de bicicletas naquele país e resolveu entrar no novo negócio. Bettmann deu o nome de Triumph às bicicletas que vendia, por ser um nome de fácil assimilação em toda a Europa.

A primeira motocicleta saiu da linha de montagem da Triumph, em Conventry (Inglaterra), no ano de 1902 – data de partida para a contagem do centenário - e recebeu a nomenclatura de “N°1”. O veículo de duas rodas nada mais era que uma bicicleta com estrutura reforçada, equipada com um motor de combustão interna do fabricante belga Minerva, com 2,25 hp de potência, que ficava alocado na parte dianteira do quadro.

 A Triumph ganhou popularidade rapidamente por um motivo: em pleno Fordismo, enquanto os engenheiros de outros fabricantes se preocupavam com a produção em larga escala, Mauritz Schulte, que era responsável pela engenharia da marca, procurava aprimorar e desenvolver novos mecanismos para as motocicletas. Essa política, em poucos anos, possibilitou o lançamento de outros modelos de excelente qualidade e tecnologias modernas para a época, como a partida a pedal.


Durante a 1ª Guerra Mundial, o governo da Inglaterra designou à Triumph a missão de equipar o exército britânico. As motocicletas da marca eram utilizadas para levar os soldados ao fronte de batalha.


O último acontecimento relevante nos anos 10 foi o rompimento entre Schulte e Bettmann, que ocorreu porque o fundador da marca queria diversificar a gama de produtos e acelerar o ritmo da linha de produção, algo que ia contra os princípios do engenheiro. Nesse período de sua história, a Triumph passou a fabricar até mesmo automóveis, o que dividiu a empresa em Triumph Motor Co. (automóveis) e Triumph Cycle Co. (duas rodas).


Devido à Grande Depressão, os anos 20 foram muito difíceis para a Triumph. Por esse motivo, a marca começou a produzir motocicletas “populares”, como a Modelo P, que tinha 494 cilindradas e custava apenas 42 libras. Foram comercializadas 20 mil unidades desse modelo. Só como comparação, a Type SD, top de linha da marca, saía na época por 83 libras.Em 1937, sob o comando de Jack Sangster, a divisão de motocicletas lançou um modelo que se tornaria um ícone anos depois: a Speed Twin, conhecida também como Tiger 100. Esta motocicleta atingia 160 km/h, fato que a Honda, por exemplo, só iria conseguir em 1969, com a CB 750.

A 2ª Guerra e a entrada nos EUA

 Na noite de 14 de novembro de 1940, em plena 2ª Guerra Mundial, a fábrica da Triumph, em Conventry, foi completamente destruída por um bombardeio do exército nazista e, provisoriamente, as motocicletas passaram a ser montadas na cidade de Warwik (Inglaterra).


Uma nova planta, em Meriden (no centro da Inglaterra), foi construída rapidamente e inaugurada em 1942.

Os anos 40 também marcaram a entrada da Triumph nos Estados Unidos, algo que ocorreu após os norte-americanos terem se impressionado com o desempenho da Speed Twin (T100).

Nasce a mítica Bonneville

Em 1954, o piloto Johnny Allen bateu o recorde de velocidade em uma motocicleta. A bordo do protótipo de uma T110, de 649 cilindradas, ele atingiu 343 km/h na pista de Bonneville Salt Flats. Cinco anos mais tarde, a Triumph adiciona um carburador duplo à T110 e realiza um ajuste fino no motor. Nasce, desta maneira, a mais famosa motocicleta da marca de todos os tempos, a T 120, que foi batizada de Bonneville, em comemoração ao feito de Allen.


O início da década de 60 foi fabulosa para o segmento de motocicletas em geral e, especialmente para a Triumph, que havia encontrado uma fórmula vitoriosa. A Bonneville fez sucesso tanto na Inglaterra quanto nos Estados Unidos. A marca também venceu as principais competições esportivas, com os modelos TT e Daytona.


Mas, com o advento dos fabricantes japoneses, a Triumph perdeu mercado e, no final dos anos 60 e início da década de 70, a empresa acumulou prejuízos de 13 milhões de libras. Com a intervenção do governo britânico, uma nova companhia foi formada em 1973: a Norton-Villiers-Triumph. Neste período, ficou decidido que a produção seria transferida para Birmingham. Em protesto, os colaboradores da fábrica de Meriden entraram em greve e assim permaneceram por quase dois anos. Eles só voltaram às atividades em 1975, quando produziram a Bonneville 750 cc para o mercado norte-americano.

O fim e um novo começo


A fábrica de Meriden foi fechada no início de 1983. Mas o que parecia ser o fim da Triumph era, na verdade, o começo de um tempo de vitórias. O milionário John Bloor comprou o nome e fundou uma nova empresa privada: a Triumph Motorcycles Ltd.. A partir de 1985, a fabricante de peças Racing Spares, sob licença de Bloor, produziu a Bonneville USA, com o intuito de manter a marca em atividade.


Mas um novo plano estava sendo elaborado e, em 1990, surge uma nova Triumph, que apresentou motocicletas com motores de última geração, de três e quatro cilindros, dotados de toda a tecnologia desenvolvida pelos japoneses, mas com o estilo e a elegância da Europa.
Fonte: moto.com.br