terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Confederate faz calendário 2014 com gatas e máquinas.


 
 
 
 
 
 
A fabricante americana de motos exóticas e superexclusivas Confederate Motorcycles resolveu brindar o ano de 2014 e os fãs da marca com a produção de um calendário ilustrado com beldades bem à vontade ao lado de suas máquinas infernais.

O calendário da Confederate Motorcycles tem caráter artístico com fotos em preto e branco e um bom toque de sensualidade. As modelos fazem poses inusitadas e provocantes com motos de grande porte como X132 Hellcat, P120 Fighter e P120 Fighter Black Flag.

Quem quiser turbinar a tela do seu desktop de casa ou do trabalho, se é que isso é possível, pode fazer o download em alta resolução das fotos do calendário 2014 da Confederate Motorcycles em arquivo zip pelo link http://goo.gl/KPBzVH.

Como amaciar o motor da moto.

Muita gente sabe, outros tantos ignoram e outros, ainda, nem dão bola para o período de "amaciamento" do motor. Afinal, o que é, por que e como amaciar o motor de sua moto?

O que é o "amaciamento"?
O amaciamento do motor consiste no ajuste entre as peças internas do motor e coligadas. Tais peças são: pistão, anéis, cilindros e também virabrequim, bielas, comando de válvulas e até engrenagens do câmbio.

Por que amaciar?

Nas motos recém-saídas da fábrica, as peças ainda novas possuem pequenas rugosidades em certas partes que precisam ser alisadas para dar melhor encaixe e diminuir o desgaste por atrito. Para que isso ocorra, não é necessário levar a moto ao mecânico e pedir para que ele as alise. Isso acontece com o tempo e com o uso que o proprietário faz de sua moto, onde as peças, elas mesmas, vão se ajustando com o próprio atrito.


Como amaciar o motor?

Principalmente, nos primeiros 1.000 km, não abuse da moto. Mas, não é legal, por outro lado, andar parecendo uma tartagura no cio. Assim, ela será uma moto frouxa. Procure, no entanto, não exagerar nas rotações do motor, procurando sempre respeitar seus limites. Em motos equipadas com conta-giros, é fácil reconhecer esses limites, devido às medidas impressas no mostrador e, naquelas que não contam com tal equipamento, é necessário saber a hora certa de trocar a marcha (especialmente, em alta) tendo, como referência, o ronco do motor - ele próprio parece "pedir" a troca.

Não há mal algum em viajar com sua moto durante o período de amaciamento. Basta reconhecer e respeitar os limites, como já foi dito. Quanto mais tempo, numa viagem, você manter a moto numa marcha só (a mais alta, é claro), melhor será o amaciamento. Isso garantirá um desempenho muito melhor de sua motocicleta, além de gerar maior economia de combustível, futuramente.

No mais, para garantir o amaciamento perfeito, mantenha sempre o óleo dentro do prazo de validade - que varia por km rodado e qualidade do óleo - e sempre no nível correto.

Simples né? Leia também as dicas a respeito do amaciamento do motor da sua moto nova que constam no manual do proprietário.
Fonte: Texto pelo motociclista Mozart Forasteiro

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Daut Race e seus escapamentos artesanais.

De uns anos pra cá os motociclistas passaram a conviver com limitações impostas pelas mais diversas organizações quanto à emissão de poluentes, ruídos sonoros, etc. Nada mais justo, afinal todos vivemos em comunidade e devemos nos adequar a elas. O problema é que os fabricantes de motocicletas foram obrigados a se adequar a essas regras com produtos que haviam sido projetados anos atrás, com leis mais livres. O resultado são motos re-adaptadas com evidentes gargalos no sistema de admissão (vide os carburadores eletrônicos encontrados em certas motos) ou com escapamentos restritivos usando catalisadores mal projetados, ou mesmo interferências na sonda lambda devido à injeção de ar fresco no escape (vide sistema PAIR, da Suzuki) entre outras barbaridades. A Harley Davidson é um caso típico, desde 2006 que os modelos Harley refrigerados a ar praticamente precisam ser ajustados pelo proprietário assim que saem das lojas para ter o desempenho e o som característico da marca, uma vez que para passar na legislação vigente essas motos foram mutiladas em vários aspectos importantes, seus motores esquentam demais, rendem pouco e o som característico dos escapes da marca foi embora…

Na foto acima e abaixo, a ponteira Daut Race já instalada. Um visual elegante e sóbrio, bem ao meu estilo.

Vamos conviver com esse cenário por mais alguns anos, até que os projetos das motos novas que nascem atendendo as especificações atuais cheguem ao mercado. A Suzuki Bandit é um desses modelos de projeto “antigo” que vem sendo adaptado a nova legislação. 

É uma ótima moto, sem dúvida, mas ganha outra vida quando se faz pequenas modificações, como quando se desliga a sonda lambda na entrada da EFI (fio #23 no conector pequeno) ou se troca o imenso escapamento original do tipo “bazuca” por um alternativo de boa qualidade. E foi nessa hora que eu conheci a Daut Race, uma empresa de escapamentos bem artesanal, mas com grande experiência de mercado.

Daut Race já instalada. 
Mas antes, uma breve história: Comecei a estudar o mercado brasileiro de escapamentos alternativos para motos há cerca de 6 meses. Conversei com os órgãos legisladores, com a polícia que faz a repressão nas vias públicas, com proprietários de motos equipadas com esses escapamentos, com os engenheiros das fábricas que os produzem e assim reuni um conjunto de informações que mostram um conflito de interesses difícil de equacionar. Não vou aqui aborrecer meus leitores com leis, regulamentos e códigos, mas vale um resumo: a lei determina limites para a emissão de ruídos sonoros no escape, porém não especifica como deve ser medido. A Polícia não tem instrumentos para verificar isso em campo (nas vias públicas) por isso decide multar ou apreender a moto com base na percepção pessoal do policial (seu humor), que é muito influenciada pelo comportamento do motociclista em questão (alguns gostam de dar “esticadas” ou acelerar até cortar o giro do motor, uma algazarra só), ou seja, se está incomodando, “prende” a moto do indivíduo.

Vários proprietários dizem que adoram o som alto de seus escapes alternativos por que faz parte do “show” urbano, porém reclamam que na estrada, em velocidades constantes, o ruído incomoda muito a ponto de alguns usarem tampões de ouvido nas viagens. Os fabricantes de escapes por sua vez estão cientes da legislação, mas produzem escapes livres chamados de “esportivos” por que é o que o mercado consumidor compra. Alguns fabricantes vendem (ou dão de graça, junto com o kit) pequenos adaptadores que visam reduzir o ruído sonoro para efeitos legais. Por incrível que pareça, isso também acontece com os escapes importados, não é uma exclusividade do mercado brasileiro.


Nos modelos importados a qualidade é superior a média nacional, sem dúvida afinal o mercado global é muito competitivo, mas o preço salta para a casa dos 2 mil reais, praticamente 4 ou 5 vezes mais caro que um “genérico” nacional, ou 3 vezes mais caro do que um nacional de boa qualidade, que apresenta uma qualidade similar ao importado. Complicou, não é mesmo? E olha que nem vou entrar aqui na discussão se é melhor usar lã de rocha (material com baixa resistência mecânica e baixo isolamento acústico, porém barato) ou lã de vidro (melhor resistência, melhor acústica, mas relativamente caro e menos ecológico). O fato é que eu estava bastante desapontado porque não conseguia encontrar um produto com boa qualidade e com um nível de ruído “dentro da lei” sob qualquer perspectiva de avaliação, até que eu encontrei a Daut Race.
Detalhe das demais peças do kit.
Eduardo B. de Freitas e Márcia Daut “tocam” a Daut Race , Eduardo é figura conhecida nesse mercado, foi o responsável pelo desenvolvimento e fabricação de escapes de uma marca bastante conhecida por 14 anos até que decidiu produzir seus produtos por conta própria. Márcia, sua esposa, é o contato comercial e também veio desse fabricante. Ela participa ativamente nos diversos fóruns de motos onde anuncia seus produtos e cuida da venda direta ao consumidor. Sim, direto ao consumidor. A Daut Race não trabalha com revendas, e a razão disso é simples: o produto é especial, feito com materiais mais caros, produzido em pequena escala e para manter o custo competitivo foi preciso partir para a venda direta eliminando intermediários, a margem do revendedor e a cascata de impostos. E a escolha foi acertada, porque o preço final varia de 400 a 550 reais dependendo do modelo, bastante competitivo em relação ao que se encontra no mercado.


Mas o que chamou minha atenção para a Daut Race foi a possibilidade de fazer uma encomenda, um produto sob medida. Eu queria um escape “esportivo”, porém silencioso. Queria um “tom grave”, mas um volume sonoro baixo. Eduardo disse que um abafamento extra, similar ao do escape original (uma câmara com dutos onde os gases circulam), porém bem curto poderia resolver, então a questão era embutir essa câmara extra dentro do escape tri-oval que eles produziam. E assim foi feito. O preço do escape modificado saltou dos 532,00 reais para 856,00 reais com a câmara extra, e o prazo de entrega de 1 dia foi para 20 dias. Mas valeu a pena esperar, ficou absolutamente perfeito!

Na foto acima, enviada por Márcia Daut, o miolo do meu escape com a câmera extra sendo produzido, ainda sem acabamento.
O modelo escolhido foi o de 41cm (o único que cabe a câmara extra) com acabamento anodizado em titânio (ficou perfeito na minha moto, que é cinza), o kit chegou com todas as peças, inclusive a chave allen para apertar a braçadeira e uma bisnaga de silicone para usar nas junções durante a montagem. Remover a “bazuca” original da Bandit foi rápido, dois parafusos e o conjunto saiu inteiro, fácil, e em menos de 15 minutos o escape Daut Race já estava no lugar. O primeiro teste na garagem mostrou que o tom estava grave como eu queria, mas não incomodava. O teste em estrada comprovou o acerto do Eduardo no projeto dessa câmara extra. Acima de 100km/h praticamente não se nota diferenças entre o escape original e esse especial da Daut Race, ficou absolutamente confortável para viagens longas. Mas trafegando na cidade, em regimes mais baixos, o som grave está lá presente. Não faz escândalo como outros escapes, mas inspira respeito. Não terei problema com os homens da lei.

O tubo externo é de alumínio anodizado, o miolo é de aço inox e a lã de vidro importada vem dentro de um saco plástico que se queima na primeira utilização e tem expectativa de vida útil em torno de 60 mil km, podendo ser substituída depois. As braçadeiras são todas de inox, o coletor intermediário é de aço carbono cromado, aliás, muito bem cromado. As peças encaixam com perfeição, sem arranhar, sob medida mesmo. No meu modelo especial, a câmara com as galerias foram feitas com aço galvanizado, resistente à corrosão. O escape Daut Race tradicional de 41cm pesa 3.8kg enquanto esse meu “especial” ficou com quase 5kg, ambos bem mais leves que o original da Bandit cujo sistema inteiro, completo, pesa 15kg incluindo catalisador, coletores primários, etc. Gostei mesmo do produto, e todos que viram e ouviram a nova ponteira aprovaram o resultad.
 Fotos: Paulo Couto e divulgação Daut Race.
Fonte: motonline 

sábado, 4 de janeiro de 2014

Honda Crosstourer vs Triumph Tiger Explorer

Duas motos de aventura são introduzidas no mercado para assumir a luta com a BMW GS1200, mas como eles vão comparar um com o outro? No vídeo (em inglês) foram testadas a Honda Crosstourer e a Triumph Explorer para ver qual é a melhor opção.

Vale a pena assistirem, mas como dissemos, esta em inglês.

DICAS DE PILOTAGEM: DESCIDAS E SUBIDAS NA TERRA

Dirigir na terra é muito divertido, mas fique de olho nas subidas e descidas do caminho. Leandro Mello ensina algumas manobras de off road que ajudam na frenagem e na sustentação, aumentando sua segurança em cima da moto.

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Compararivo maxi enduro 2013, vale a pena assistir.

Motos testadas: Aprilia Caponord 1200 Travel Pack, a BMW R 1200 GS, Ducati Multistrada 1200 S Granturismo, Honda Crosstourer DCT, KTM 1190 Aventura, Moto Guzzi Stelvio 1200 8V NTX, Triumph Tiger XC Explorador SE , Yamaha Super Ténéré Worldcrosser.