quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Sucesso do passado, Honda CB 500 volta com nova geração ao Brasil.

CB 500F, CBR 500R e CB 500X são opções de entrada para alta cilindrada. Primeira a chegar, CB 500F vai de R$ 22 mil e a R$ 23,5 mil (com ABS).
Rafael Mioto G1

Honda CB 500X (Foto: Caio Mattos / Divulgação)
Utilizando nome que fez sucesso no Brasil, a Honda lançou nesta terça-feira (8) a nova geração da CB 500 no país, em três versões. Assista ao lado a um vídeo exclusivo do G1 com os detalhes da "família" 500.

Com a estreia mundial no Salão de Milão 2012, CB 500F, CBR 500R e CB 500X, todas com ABS como opcional, são as principais atrações da empresa no Salão duas Rodas, no Anhembi, em São Paulo, que vai até o próximo domingo (13).

A primeira a chegar é a opção F, por R$ 22.000, na opção standard, e R$ 23.500, com ABS, que mantém a categoria naked e tem mais similaridade com a CB 500 vendida entre 1997 e 2004 no Brasil. No entanto, a moto é totalmente nova e abandonou o antigo farol redondo presenta na antiga CB.

Além disso, a CB 500 se tornou uma “família” e agora também conta com a esportiva CBR 500R, que começa a ser vendida até o final do ano, a CB 500X, versão com roupagem aventureira – suas vendas ficam apara o início de 2013. Ambas ainda não tiveram preços definidos.

Com os três modelos, a Honda tem o objetivo de vender 20 mil unidades da CB 500 durante o 1º ano de comercialização da linha. A X é que traz mais expectativa para a empresa e deve representar 8 mil unidades/ano, enquanto F e R devem atingir 6.000 motos cada. Até 2016, a empresa pretende atingir 30 mil unidades/ano da linha.

Feita na Tailândia para abastecer o mundo, a CB 500 brasileira será produzida em Manaus, com a fabricação nacional de componentes como chassi e componentes plásticos, mas parte das peças ainda é importada da própria Tailândia e Japão - o motor chega com as peças desmontadas para ser montado no Brasil.

O modelo chega para preencher uma faixa de cilindrada abandonada no país desde o encerramento de produção da própria CB 500 e a Suzuki GS 500. “Desde 2005, o mercado se mostrou carente para este tipo de moto. Nosso objetivo é que a CB seja líder entre as naked”, explica Alfredo Guedes, supervisor de relações públicas da empresa.

Na época, a CB 500 deixou de ser vendida e a Honda lançou a Hornet no Brasil, modelo que se tornou líder do segmento, mas com uma proposta mais esportiva, com motor de quatro cilindros.

No Brasil, motor é mais forte

O lançamento mundial da família CB 500 teve o foco muito claro de atender novo sistema de habilitação para condutores na Europa, que criou nova categoria para motos a A2. Limitada a motos de até 35 kw de potência (48 cv) e que pode ser obtida a partir dos 18 anos, a iniciativa gerou a criação das novas 500 por parte da Honda.

Como o Brasil não tem esta legislação, o país terá uma CB 500 mais forte. Aqui, o motor de dois cilindros e 471 cc de cilindrada gera 50,4 cavalos a 8.500 rpm, frente aos 48 cv na Europa. O torque também recebeu leve incremento, subindo de 4,38 kgfm a 4,55 kgfm a 7.000 rpm na versão brasileira.

“O motor segue a mesma base do da CBR 250R, mas com dois cilindros”, explica Alfredo Guedes. Desse modo, o propulsor é como um da CBR, mas duplicado, já que a pequena esportiva possui um monocilíndrico. O bicilíndrico conta com injeção eletrônica e refrigeração líquida.

Configuração moderna e simples
Com a ambição do modelo é de ser a porta de entrada para as motos mais potentes, seu conjunto é simples, mas traz alguns diferenciais, como o visual esportivo e painel digital.

A presença do freio ABS, como opcional, também é importante, porém, a empresa deixou de lado o sistema combinado, que reparte a frenagem entre os eixos, presente em outras motos da empresa, até de menor cilindrada, como a CBR 250R.

As três versões compartilham grande parte da base, mas trazem diferenças. A X tem suspensões mais longas e guidão mais alto, adequados a sua proposta “crossover”, enquanto a R possui semiguidões e carenagens, de acordo com suas pretensões esportivas.

O peso seco da F é de 180 kg e o tanque de combustível 15,7 litros, que roda com gasolina. Na dianteira, a CB 500F possui um garfo telescópico de 120 mm de curso, enquanto a traseira é monoamortecida por um sistema pró-link de 118 mm.

Com assento de 785 mm, a F tem 2.075 mm de comprimento, 780 mm de altura e 1.060 mm de altura - seu entre-eixos é de 1.410 mm. A 500R pesa 194 kg e a X 195 kg. O tanque de 15,7 litros é o mesmo para a CB 500F e CBR 500R. Na 500X, há mais espaço, chegando a 17,3 litros.

De acordo com a empresa, a autonomia da F pode chegar a 420 km, ao passo que a X tem condições de rodar 467 km com o tanque completo. Assim, indicando que o modelo pode ter média de consumo de 26,8 km/l a 27 km/l.

História

Vendida de 1997 a 2004 no Brasil, a antiga geração da Honda CB 500 atingiu 21 unidades vendidas no país. Sua produção foi feita em Manaus e o modelo fez muito sucesso com seu motor de dois cilindros e 498,8 cc de cilindrada, que chegava a 54 cv a 9.500 rpm.

Com dois carburadores e refrigeração a ar, o modelo também tinha outras diferenças em relação ao novo modelo, como a suspensão traseira como duplo amortecedor. Os números mostram que a CB antiga era mais potente que a atual e o torque de ambas é o mesmo. No entanto, o novo modelo mostra a força máxima em giros mais baixos. fonte g1.clobo.com

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Ducati produz moto em homenagem a Ayrton Senna.

1199 Panigale S Senna é modelo exclusivo para o Brasil.

Marca italiana ainda lançou Hyperstrada e Hypermotard no país.

Rafael Miotto Do G1, em São Paulo - 08/10/2013

A fabricante italiana Ducati apresentou nesta terça-feira (8) a inédita Panigale 1199 S Senna, que fez sua estreia mundial no Salão Duas Rodas 2013, no Anhembi, em São Paulo. Produzida em homenagem a Ayrton Senna, a moto será exclusiva para o mercado brasileiro e terá início de vendas no segundo semestre de 2014.


Antes de morrer, o brasileiro, que era motociclista e proprietário de Ducati, trabalhou com a marca italiana no desenvolvimento de edição especial da esportiva 916.  "Teremos apenas 161 unidades, número escolhido pela quantidade de GPs de Fórmula 1 que Ayrton disputou", disse Roberto Righi, diretor mundial de vendas da Ducati.

O modelo utiliza como base a esportiva Panigale tradicional, mas tem coloração especial cinza e grafismos diferenciados. As definições da marca para o desenvolvimento da moto foram baseadas nas escolhas que Senna, que trabalhou com a marca italiana no projeto da 916.

Seu motor é um bicilíndrico de 1.198 cc, capaz de gerar 195 cavalos de potência máxima. O câmbio é de seis velocidade e, entre os dispositivos eletrônicos, estão ABS, controle de tração e ajuste eletrônico das suspensões.

Hyperstrada e Hypermotard

Além da Panigale Senna, a empresa aproveitou para apresentar também as inéditas Hypermotard, que também traz a versão mais requintadaSP, e Hyperstrada, lançadas mundialmente no Salão de Milão 2012. Os três modelos utilizam como base o novo motor de 2 cilindros da Ducati, com 821 cc, que rende 110 cavalos de potência.

Para completar a marca mostrou a Panigale R, versão mais radical da esportiva, que custará R$ 114.900.

Panigale S em homenagem a Ayrton Senna (Foto: Raul Zito/G1)Panigale S em homenagem a Ayrton Senna (Foto: Raul Zito/G1)
Ducati Hypermotard (Foto: Raul Zito/G1)Ducati Hypermotard (Foto: Raul Zito/G1)

AMA Associação Americana de Motociclismo.

A AMA foi fundada em 1924 como um braço organizador dos fabricantes de motocicletas e também foi apoiada pelos fabricantes de motocicletas principalmente para promover a motocicleta na América.

Eles sancionaram grupos de pilotos da mesma área que andava de moto juntos como "clubes". Alguns usavam trajes completos combinando com o nome de seu moto clube costurado nas costas de suas camisas e jaquetas.

Em eventos, a AMA deu prêmios para o clube mais bem vestido, de modo que este foi o início de manchas (patchs) de moto clube.

Durante um evento em 1947, na cidade de Hollister, CA, quando um membro da Booze Fighters Motorcycle Club apareceu nas manchetes dos jornais com uma notícia exagerada que mais tarde foi transformada em um filme chamado "The Wild Ones".

A AMA escreveu um artigo em sua revista, logo após dizendo que "99% de todos os seus membros são cidadãos cumpridores da lei e apenas 1% são" fora da lei"”. Isso, então, começou o que hoje é conhecido como “Outlaw Motorcycle Clubs” e “um por cento”.

Os clubes que não foram sancionados pela AMA e não-membros da AMA foram proibidos de participar de eventos da AMA.

Para designar-se como um clube de fora da lei a todos os outros clubes, o “um por cento” cortou seus patches do clube em três partes distintas. O letreiro no topo era o nome do clube, o centro era o emblema do clube, e o letreiro no fundo era o local a partir de onde vieram. Estes clubes foras da lei criaram seus próprios eventos e festas e fez o oposto do que a AMA estava fazendo. Não havia prêmios de Melhor Vestimenta, eles "cortavam" para baixo suas motocicletas para irem mais rápidas e serem vistos de forma diferente, andavam sem silenciadores, eles iam beber e fazer outras coisas "selvagens". Tal é a história.

O termo "cores" é usado em referência ao patch de uma motocicleta dos clubes. No caso de uma parte 3, um é colocado sobre o topo do gráfico/desenho, grande mancha secundária, e um colocado por debaixo dele. Os "letreiros" são normalmente barras curvas com a barra superior designando o nome do clube e a barra inferior designando a localização do clube. Os dois letreiros são separados no meio, o maior é o patch de tipo gráfico, daí o termo correção de três peças.

Moto clubes são diferentes das organizações de motociclismo, como tradicionalmente tem tempo "prospecção" necessária antes de os membros do clube decidirem se o indivíduo vai ser aceito no grupo e receber permissão para usar ou "voar" com as "cores" do grupo. A maioria dos clubes com "cores" também terá M / C impressa na jaqueta ou um patch separado como um "cubo" com MC sobre ele para apresentá-lo mais como um clube, em vez de uma organização.

Muitas organizações nacionais no início dos anos 1980 fizeram uma política para unir as "jaquetas” com o seu patch para torná-lo uma peça para evitar qualquer designação ou confusão dentro da comunidade motociclismo clube.

HOG (Harley Owners Group) é um exemplo.

Veja guia do G1 para visitar o Salão Duas Rodas 2013.

08/10/2013

Evento começa nesta terça (8) e vai até domingo (13), em São Paulo.
Confira horários, preços dos ingressos, mapa dos estandes e mais dicas.

Do G1, em São Paulo

honda musa salão duas rodas (Foto: Raul Zito/G1)Salão Duas Rodas 2011: evento é bienal (Foto: Raul Zito/G1)

Maior evento de motos no ano, o Salão Duas Rodas começa nesta terça-feira (8), no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo. O público poderá visitá-lo a partir das 14h até este domingo (13).

Chegando à sua 12ª edição, o evento bienal -ele se reveza com o Salão do Automóvel- contará com 450 expositores especializados em motos, quadriciclos, bicicletas e acessórios. Segundo a organização, cerca de 450 mil pessoas são esperadas na feira. O G1 fará a cobertura completa do evento e preparou um guia com as principais dicas para os que desejam conferir as novidades de perto no Anhembi.

Quais as datas e horários do salão?
O salão abre para o público a partir desta terça-feira até sábado (12), das 14h às 22h (entrada até as 21h). No domingo, último dia, a visitação é das 11h às 19h (entrada até as 17h).

Tem que pagar para entrar? Quais os valores?
A entrada no salão é paga.
A venda de ingressos antecipados com desconto terminou na última segunda. A partir desta terça, a entrada inteira custará R$ 20 para o primeiro dia (8), R$ 30 entre quarta e sexta (9 a 11) e R$ 40 no fim de semana. Haverá meia entrada para crianças de 6 a 12 anos, estudantes, professores rede pública estadual, aposentados e idosos acima de 60 anos).

Onde comprar o ingresso?
A venda é feita pelos sites www.salaoduasrodas.com.br e www.ticketsforfun.com.br, na bilheteria do Credicard Hall (Av. Nações Unidas, 17.955) e nas bilheterias do Anhembi que, neste ano, estão na área interna do pavilhão.

Onde fica o Anhembi?
O Pavilhão de Exposições do Anhembi fica na rua Olavo Fontoura, 1.209, no bairro de Santana, em São Paulo. Ele está na mesma região do Terminal Rodoviário do Tietê e da Marginal Tietê.

Devo ir de ônibus/metrô?
Com os congestionamentos da região está é uma das opções mais viáveis. Gratuitamente, o visitante tem à disposição ônibus circulares de ida e volta ao Anhembi na saída da estação-Shopping do Terminal Rodoviário/Metrô Portuguesa/Tietê (Linha 1 - Azul). Os embarques terão início 1 hora antes da abertura até 1 hora após o fechamento da feira.

Devo ir de carro?
Para quem for de carro, o estacionamento do Anhembi comporta 7,5 mil veículos, ou seja, a chance de pegar fila para entrar e sair é grande. O valor do estacionamento é de R$ 30 para carros. O preço é definido pelo próprio Anhembi e vale da entrada até meia-noite. Nos dias do evento, a região nos entornos do evento fica bem congestionada, principalmente nos finais de semana, assim o visitante pode perder algum tempo no trânsito.

Também existem estacionamentos que não são da organização do evento nas redondezas, com preços diversos, mas vale checar se é um estabelecimento legalizado. Caso queira parar o carro nas ruas, porém, as vagas são escassas e distantes do Anhembi.

Devo ir de moto?
Ir de moto pode ser uma solução para chegar mais rápido ao evento. O preço do estacionamento é de R$ 30 também para as motos. Ao lado do estacionamento para veículos duas rodas e também junto ao guarda-volumes, na alameda de serviços do Anhembi, haverá local para guarda capacetes. O serviço é gratuito, mas com capacidade limitada.

E saindo do aeroporto?
Caso desembarque na cidade e queira ir direto à feira, a opção mais viável é o táxi. Segundo a organização, saindo do Aeroporto de Congonhas a corrida de táxi comum custa aproximadamente R$ 55, enquanto o especial sai por cerca de R$ 70. Já se a viagem for do Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, o táxi comum custa por volta de R$ 90 e o especial R$ 95. Procure evitar os horários de pico de trânsito.

E para voltar de táxi?
A organização tem empresas de táxi parceiras que ficam à disposição dos visitantes. Os balcões ficam localizados na saída do evento.

Há como guardar a bagagem?
O evento disponibiliza um guarda volumes para quem desejar guardar suas malas ou outros objetos. O serviço é pago. O valor cobrado não foi informado.

Posso entrar com meu bicho de estimação?
Não, é proibida a entrada de animais de quaisquer espécies ou portes, exceto o acesso de cães-guias, devidamente autorizados pela organização.

Como ir direto às motos que quero ver?
Para “se encontrar” no salão, os organizadores divulgaram mapa do evento (veja e baixe o mapa aqui), apontando os estandes das marcas e a localização de banheiros, restaurantes, atendimento médico e outros serviços.

Aplicativo para smartphone
Disponível para iPhone e Android, o aplicativo "Salão Duas Rodas" permite ao usuário visualizar mapa da exposição, para achar o estande desejado, acompanhar as atrações que estão acontecendo no momento e outras funções interativas. Está disponível para Android (loja Google Play) e iPhone (App Store).

Test-drives
Honda, Yamaha e Keeway/Benelli, além da marca de bicicletas elétricas Tailg, promoverão test-ride gratuitos no evento. Mais informações no estandes desses expositores.

Cuidado com o calor
Dentro do Anhembi costuma fazer calor. O ideal é ir com roupas leves e confortáveis, pois não há sistema de ar-condicionado. Procure se hidratar, de preferência com água.

Emergências médicas
Existe uma unidade equipada com os equipamentos necessários para um pronto atendimento dos visitantes. Durante a realização do evento, uma equipe de médicos e enfermeiros fica à disposição.

Se a bateria do celular acabar
Há orelhões no Anhembi, que funcionam com cartão telefônico. Eles estão localizados próximos aos banheiros.

Pessoas com necessidades especiais
Para os visitantes com dificuldade de locomoção ou com deficiência física, a organização disponibiliza cadeiras de rodas mecânicas e motorizadas, estacionamento com vagas exclusivas, atendimento preferencial, banheiros adaptados e rampas de acesso. As cadeiras de rodas devem ser retiradas na sala de segurança, mas estão sujeitas à disponibilidade.

Hora da fome
Há uma área disponível ao visitante para realizar suas refeições com diversas opções. Existem desde pratos mais elaborados até lanches e salgados.

Em caso de furtos
Recomenda-se atenção total com objetos de valor, sobretudo quando acomodados em mochilas. A feira possui serviço de apoio a quem sofreu furtos e orientações em geral, local para ponto de encontro, achados e perdidos com atendimento durante a feira.

Serviço:
Salão Duas Rodas 2013
Quando: de 8 a 13/10
Local: Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo (SP)

domingo, 6 de outubro de 2013

A mais perigosa corrida de motos do mundo.

A corrida internacional Isle of Man TT (Tourist Trophy), é uma corrida de motovelocidade realizada na Ilha de Man, uma dependência da Coroa do Reino Unido. . A Tourist Trophy é considerada a corrida mais perigosa do mundo, com 231 mortes contabilizadas desde a sua criação. Os pilotos fazem um time trial nas ruas de Ilha de Man, em um circuito de 60 km cruzando montanhas e vilarejos, e passando perto de muros, postes e casas a mais de 300 km/h ! Ela fazia parte do Campeonato Mundial de Motociclismo até 1976, mas muitos pilotos tinham receio pela falta de segurança do percurso.