quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Veja 40 motos esperadas para 2013.

03/01/2013 06h20 - Atualizado em 03/01/2013 17h23


G1 prepara lista que reúne modelos novos e atualizações previstas.
Motos potentes de média e alta cilindrada são destaques.

Rafael Miotto Do G1, em São Paulo
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Após um 2012 de vendas em queda, o setor de motocicletas deverá ter um ano agitado. Para 2013, já existe uma série de modelos confirmados e outros esperados pra desembarcar no Brasil. Entre atualizações e novas motos, os grandes destaques deverão ser as de média e alta cilindrada, que se consolidam no país. Enquanto, no ano passado, as pequenas utilitárias puxaram as vendas para baixo, os modelos acima de 500 cm³ apresentaram crescimento.
O G1 preparou uma lista com as possíveis novidades para o mercado em 2013. Entre as novidades, estão modelos apresentados no Salão de Milão 2012 e no Salão de Colônia 2012. Grande parte estará no Salão Duas Rodas, que ocorre em outubro, em São Paulo.
BMW
BMW R 1200 GS (Foto: Divulgação)
R 1200 GS
O modelo de maior sucesso da BMW Motorrad foi totalmente alterado em 2012, fazendo sua estreia no Salão de Colônia, na Alemanha. Além de nova cara, a aventureira recebeu refrigeração líquida e o motor está mais forte, agora rendendo 125 cavalos de potência e 12,74 kgfm de torque. A suspensão passa contar com sistema semiativo, que se adapta automaticamente ao piso.
BMW F 700 GS (Foto: Divulgação)
F 700 GS
A BMW evoluiu a F 650 GS, que havia saído de linha no Brasil, transformando-a em F 700 GS. Apesar da nomenclatura, seu propulsor é o mesmo bicilíndrico de 798 cilindradas que equipa a F 800 GS.  Ele gera 76 cavalos de potência e 7,85 kgfm de torque. Em relação a F 800 GS, a F 700 GS tem sugestão mais on-road, com roda de 19 polegadas na dianteira, com liga-leve em ambos os trens.
bmw f 800 gs (Foto: Divulgação)
F 800 GS
Renovada pela marca alemã em 2012, assim como a R 1200 GS, deve ser atualizada no Brasil. Em comparação com sua irmã maior, as modificações não foram tão grandes na F 800 GS. Além de retoque no visual, o modelo passa a contar com controle de estabilidade e suspensões de ajuste eletrônico como opcionais. A proposta segue aventureira, com roda raiada de 21 polegadas na dianteira.
BMW F800 GT (Foto: Rafael Miotto/G1)
F 800 GT
Lançada mundialmente no Salão de Milão 2012, a F 800 GT chega às lojas da Europa em 2013. Durante a “première”, o presidente da BMW Motorrad, Stephan Schaller, confirmou ao G1 a chegada da GT ao Brasil, ainda sem data definida.
Utilizando a mesma base mecânica presente em F 800 GS e F 800 R, a GT tem a ambição de ser uma “grã-turismo”, ou seja, uma moto para longas viagens.  É a evolução da antiga F 800 ST.

DAFRA
scooters (Foto: Rafael Miotto/G1)
Novos scooters
A Dafra confirmou ao G1 durante o Salão de Milão que apresentará dois novos scooters para o mercado brasileiro no próximo Salão Duas Rodas. No entanto, a empresa brasileira não revelou de qual de seus parceiros as novidades virão. Em Milão, a SYM apresentou nova versão do Citycom 300i (foto ao lado), que, segundo a Dafra, será evolução natural para o Brasil.

DUCATI
Ducati 848 (Foto: Divulgação)
848
Após o anúncio do retorno da Ducati ao Brasil, com operação própria e linha de montagem em Manaus, as possibilidades são grandes. Aos poucos, a empresa deve ir disponibilizando suas motos no Brasil. A tradicional esportiva 848, com seu motor bicilíndrico de 140 cavalos, é uma das que poderão vir para o país.

Ducati Diavel (Foto: Caio Kenki/G1)
Diavel
A Diavel é o único modelo confirmado pela marca italiana para o Brasil até então. Ela já está sendo montada pela Dafra em Manaus e começa ser vendida em 2013, quando as primeiras lojas abrirem. Com estilo misto de custom e naked, o modelo tem "motorzão" de 1.198,4 cm³ e 162 cavalos de potência.

Ducati Hypermotard (Foto: Rafael Miotto/G1)
Hypermotard
Apresentada pela Ducati no Salão de Milão 2012, a nova geração da Hypermotard tem o objetivo de ser mais acessível, em termos de pilotagem, que a antiga versão, mas mantendo a proposta de diversão. Conta com motor bicilíndrico de 821,1 cilindradas capaz de alcançar 110 cavalos de potência e 9,1 kgfm de torque.

Ducati Hyperstrada (Foto: Rafael Miotto / G1)
Hyperstrada
Utilizando a mesma base da Hypermotard, a Hyperstrada foi a grande atração da Ducati no Salão de Milão 2012. Com proposta de ser mais estradeira que a Hypermotard, a Strada possui posição de pilotar mais confortável, bolha dianteira e malas laterais. O motor segue o mesmo, um bicilíndrico com injeção eletrônica e refrigeração líquida.

Ducati Monster 696 (Foto: Divulgação)
Monster 696
Modelo naked tradicional da marca italiana seria boa opção para o Brasil e tem tudo para ser o mais barato da Ducati por aqui. Seu conjunto é o mais simples da fabricante e conta com motor de 696 cilindradas, com 80 cavalos de potência e 7,0 kgfm de torque. Ainda existe a versão 796 e a 795, esta destinada à Ásia.

Ducati Monster Diesel (Foto: Divulgação)
Monster 1100
A motocicleta top de linha da "família Monster" também pode desembarcar no Brasil. A Monster 1100 possui componentes de melhor especificação e motor mais forte - 1078 cilindradas e 100 cavalos. Na foto ao lado está a versão especial Monster Diesel.

Ducati Multistrada (Foto: Divulgação)
Multistrada
Um dos maiores sucesso da Ducati nos últimos anos, a Multistrada pode aproveitar o sucesso dos modelos de uso misto - on/off-road - para chegar ao Brasil. Em 2012, o modelo aventureiro foi atualizado, ganhando sutis alterações no visual. Apesar de aventureira, a Multistrada se sai melhor no asfalto e tem 150 cavalos.

Ducati Streetfighter (Foto: Divulgação)
Streetfighter
Equipada com motor de 1199 cm³, capaz de gerar 155 cavalos de potência e 11,7 kgfm de torque, a Streetfighter é uma autêntica naked esportiva. Com freios e suspensões de alta performance, o modelo poderia chegar ao Brasil para brigar com a MV Agusta Brutale 1090.

Ducati Streetfighter 848 (Foto: Rafael Miotto/G1)
Streetfighter 848
Apesar de ter feito sua estreia mundial no Brasil, durante o Salão Duas Rodas 2011, a Streetfighter 848 ainda não chegou às lojas brasileiras. Com a reestruturação da empresa no país, ela deve ser uma das novidades por aqui. Seu motor tem 140 cavalos de potência máxima.

Panigale tem motor de 195 cv (Foto: Divulgação)
1199 Panigale
Desde seu lançamento, em 2011, no Salão de Milão, a 1199 Panigale se tornou desejo daqueles que gostam de esportivas. Com linhas agressivas, o modelo tem o motor bicilíndrico mais potente já fabricado, com 195 cavalos, informa a empresa. O pacote ainda traz ABS, controle de tração, suspensões com ajustes eletrônicos e acelerador eletrônico.

HARLEY-DAVIDSON
Harley-Davidson Dyna Super Glide Custom 110th Anniversary Edition (Foto: Divulgação)
Dyna Super Glide Custom 110th Anniversary Edition
Em 2013, a Harley-Davidson comemora 110 anos de história e 4 modelos comemorativos serão lançados no Brasil - todos com grafismos e acabamentos especiais. A Dyna Super Glide Custom 110th Anniversary Edition é um deles. Ela chega custando R$ 41.900.

Harley-Davidson Electra Glide Ultra Limited 110th Anniversary Edition (Foto: Divulgação)
Electra Glide Ultra Limited 110th Anniversary Edition
Equipada com motor de 1.700 cm³ e transmissão de seis velocidades, o modelo tem suspensão traseira ajustável a ar e freios Brembo, com discos duplos na dianteira e ABS de série. A moto conta com sistema de som, com quatro alto-falantes, manoplas com aquecimento, controle automático, e malas rígidas. Tem preço sugerido de R$ 74.900.

Harley; 110; anos; edições; especiais; aniversário; 1200; custom; Davidson; heritage; softail (Foto: Divulgação)
Heritage Softail Classic 110th Anniversary Edition
Com motor de dois cilindros e 1600 cm³, a Heritage Softail Classic 110th Anniversary Edition será uma das motos comemorativas disponíveis no Brasil. Ela possui transmissão de seis velocidades e freios com ABS de série. O preço sugerido pela Harley-Davidson é de R$ 54.900.


Harley; 110; anos; edições; especiais; aniversário; 1200; custom; Davidson; fat; boy; lo (Foto: Divulgação)
Fat Boy Special 110th Anniversary Edition
Utilizando como base um dos modelos de maior sucesso da empresa, a motocicleta mantém sua aparência dark. O modelo é tem motor de dois cilindros e 1600 cm³ em conjunto com transmissão de seis velocidades. Seu escapamento é duplo e os freios possuem ABS de série. A Fat Boy Special 110th Anniversary Edition custa R$ 53.500.

HONDA
Honda CB 300R flex (Foto: Divulgação)
CB 300R flex
Após o lançamento da Yamaha Fazer 250 flex em 2012, a Honda confirmou para 2013 a chegada versão bicombustível da CB 300R. De acordo com a Honda, a moto chega às lojas ainda em janeiro. Além de receber o motor que roda com gasolina e álcool, o modelo passou por um sutil facelift. A principal mudança foi a inserção de novos defletores laterais, que ficaram parecidos com os da CB 1000R.
Modelo posa ao lado da Honda CB 500F (Foto: Rafael Miotto / G1)
Honda CB 500F
Principal lançamento mundial do ano, a linha CB 500 revive um nome de sucesso no passado da marca. O modelo base, que dá origem a outros dois, é a CB 500F, com características de uma naked é a mais similar à CB 500 da década de 1990, que fez muitos fãs no Brasil. Feita para ser uma moto barata na Europa, é a que tem mais chances de vir ao país. Ela possui motor de dois cilindros de 48 cavalos de potência e 4,38 kgfm de torque.
Honda CB 500X (Foto: Rafael Miotto/G1)
Honda CB 500X
Com a mesma base da CB 500F, a CB 500X é uma versão da moto “vestida” de aventureira. Com suspensões de curso maior que a da naked, a X tem características similares a NC 700X, que já é vendida no Brasil. Sua posição de pilotagem é mais confortável tanque leva até 17,3 litros de combustível, mostrando suas aptidões para longas viagens.
Honda CBR 500 R (Foto: Rafael Miotto/G1)
Honda CBR 500R
Também utilizando o conjunto mecânico da CB 500F, a CBR 500R já mostra pelo seu nome ter uma pegada mais “racing”. Recebendo uma carenagem integral, ela tem como objetivo ser uma esportiva acessível da fabricante japonesa. Dentro da linha da Honda, ela está posicionada entre a CBR 250R e a CBR 600F. Assim como CB 500F e CB 500X, a R ainda não está confirmada para o Brasil.
Honda CBR 600RR (Foto: Rafael Miotto/G1)
Honda CBR 600 RR
Uma das novidades da marca no Salão de Milão 2012, a CBR 600 RR foi remodelada e deve naturalmente substituir a atual versão vendida por aqui, apesar de a Honda ainda não ter confirmado data.
Fugindo do visual empregado na CBR 1000 RR, a 600 recebeu alterações na estética, que possui estilo retrô. Segundo a empresa, a injeção eletrônica foi reprogramada, trazendo mais linearidade ao conjunto.
Honda CRF 110F (Foto: Divulgação)
Honda CRF 110F
Destinada para crianças de 8 a 11 anos, a CRF 110F estará disponível para venda no Brasil a partir de fevereiro de 2013, ainda sem preço definido. O modelo é opção para lazer off-road de pequenos motociclistas. Com sua chegada, a CRF 110F torna-se o degrau posterior àqueles que se iniciaram com a CRF 50F.
Honda CRF 250L (Foto: Divulgação)
Honda CRF 250L
Utilizando como base o mesmo motor da CBR 250R, a trail CRF 250L há estava na lista do G1 de motos esperadas para 2012, após a Honda confirmar a vinda, no Salão do Japão 2011, mas o modelo só vai chegar ao Brasil em fevereiro deste ano.
Em princípio, a motocicleta de chegará ao país importada, como também ocorre com a esportiva. A proposta da CRF é ser uma moto de uso misto, tanto para o asfalto como para a terra. No entanto, suas aptidões off-road são superiores às da XRE 300, sendo similares a antiga Tornado.
Honda PCX 150 (Foto: Rafael Miotto/G1)
Honda PCX 150
Com motor monocilíndrico de 153 cilindradas, o scooter PCX 150 será lançado no Brasil em abril, informa a Honda. Ele será produzido em Manaus e conta com sistema “start/stop”, que desliga automaticamente o motor ao parar o veículo, num semáforo, por exemplo, e liga novamente ao girar o acelerador. O dispositivo era inédito, até então, no país, para motos. Segundo a marca, mesmo com a chegada deste novo modelo, o Lead 110 será mantido em linha.
Honda XRE 300 flex (Foto: Divulgação)
Honda XRE 300 flex
Além da CB 300R, outra Honda a ganhar sistema bicombustível será a XRE 300. Prevista para estrear no Brasil ainda em janeiro, ela sofreu leves alterações no visual, sobretudo no desenho das carenagens laterais do tanque. A XRE 300 flex será a primeira de sua categoria, de motos com motor 250/300 on/off-road, a poder rodar com etanol e gasolina.

HUSQVARNA

Nuda 900R tem características mais esportivas que a 900 (Foto: Divulgação)
Nuda 900
Após anunciar o retorno da Husqvarna ao Brasil para este ano, a BMW, dona da marca, mantém segredo sobre os modelos que comercializará no país. A empresa anunciou apenas duas motos off-road, mas a grande expectativa fica por conta de modelos de rua, como a Nuda 900. Este modelo tem como base a BMW F 800R e seu motor gera 105 cavalos.

Husqvarna TR 650 Strada (Foto: Divulgação)
Husqvarna TR 650 Strada
Outro modelo que pode desembarcar no Brasil, e também faz uso da base de uma moto BMW, é a TR 650 Strada. A motocicleta, apresentada em 2012, tem o conjunto da G 650 GS, mas com visual típico da Husqvarna. O motor é um monocilíndrico de 58 cv a 7.250 rpm e 6,11 kgfm de torque máximo.

Husqvarna TR 650 Terra (Foto: Divulgação)
Husqvarna TR 650 Terra
Versão com características mais off-road da TR 650 Strada, a Terra é mais similar à G 650 GS Sertao. Também levando a mesma base de motorização, o modelo conta com rodas raiadas; a dianteira tem 21 polegadas de diâmetro, ressaltando seu aspecto de fora de estrada.

Husqvarna TE 310R (Foto: Divulgação)
Husqvarna TE 310R
Apesar de nos últimos anos a Husqvarna ter investido em modelos para rua, a empresa de origem sueca, que tem sua sede atual na Itália, é conhecida por seus modelos de competição e lazer off-road. Para 2013, está confirmada para o Brasil a chegada da TE 310R, moto destinada à prática de enduro. Também será lançada a TE 447.


KAWASAKI
Kawasaki Z800 (Foto: Divulgação)
Z800
Revelada no Salão de Colônia 2012, a Z800 é a evolução da Z750, naked que atualmente é vendida no Brasil. A promoção feita pela Kawasaki no Brasil para a 750, que agora parte de R$ 29.990, indica que a nova geração deve chegar em breve. Além de novo visual, a Z800 tem novo motor de 806 cilindradas que rende 113 cavalos de potência.
Kawasaki Ninja ZX-6R 636 (Foto: Divulgação)
ZX-6R 636
Outra atualização esperada para o Brasil é a da esportiva ZX-6R. Contando agora com motor de 636 cilindradas, a moto alcança 131 cavalos de potência máxima - antes eram 128. Seu visual foi renovado e entre as novidades técnicas está o controle de tração, que evita a derrapagem da roda traseira em acelerações.

KTM
ktm 200 duke (Foto: Divulgação)
200 Duke
Prometida para o Brasil em 2012, a KTM 200 Duke ainda não chegou ao país. Uma disputa jurídica entre a marca e seu representante no Brasil impede o início das vendas, e a operação está suspensa. Caso o problema seja resolvido, um dos produtos a chegar deverá ser a pequena naked, que tem motor de 26 cv.

MV AGUSTA
mv agusta brutale 675 (Foto: Divulgação)
Brutale 675
A Dafra, representante da MV Agusta no Brasil, confirmou que a Brutale 675 será uma novidade da empresa italiana para o país em 2013. Como os outros modelos da MV no Brasil, ela será montada pela Dafra em sua fábrica em Manaus.
A estreia mundial da naked foi em 2011 e ela é porta de entrada para a “família Brutale”, com motor de três cilindros e 675 cilindradas. Este propulsor gera 110 cv a 10.600 e 6,63 mkgf a 10.600 rpm.

SUZUKI
Suzuki Inazuma 250 (Foto: Divulgação)
Inazuma 250
Chamada de GW 250 na China, país onde é produzida, a Inazuma 250 tem tudo para pintar no Brasil em 2013. A Suzuki segue como única das grandes marcas no Brasil a ainda não apostar no segmento de 250 cilindradas. A Inazuma tem motor bicilíndrico de 249 cilindradas, com refrigeração líquida e injeção eletrônica. Ele rende 24,5 cavalos.

TRIUMPH
Triumph Daytona 675 (Foto: Rafael Miotto/G1)
Daytona 675
Além dos seis modelos lançados em 2012, no retorno da Triumph ao Brasil, a marca britânica confirmou para 2013 a chegada da nova geração da esportiva Daytona 675. A moto foi revelada no Salão de Milão 2012 e será montada na fábrica da empresa em Manaus. Chassi, visual e motor tricilíndrico foram renovados e a Daytona agora chega a 128 cavalos de potência.
Triumph Street Triple (Foto: Rafael Miotto/G1)
Street Triple
Outra novidade já anunciada pela Triumph para 2013 no Brasil é a Street Triple. Produto mais acessível, tanto em preço como em pilotagem, do que a Speed Triple, a Street Triple teve evolução apresentada no Salão de Colônia 2012. Com visual mais moderno, a moto ganhou novo chassi, mais leve, e teve melhorias dinâmicas e de motor.

YAMAHA
Yamaha XJ6 2013 (Foto: Divulgação)
XJ6 N
A Yamaha realizou sutis mudanças na XJ6 N no exterior e essa renovação deve chegar ao Brasil em 2013. Além de ganhar mais componentes negros no conjunto, a XJ6 teve as carenagens do farol dianteiro redesenhadas. Os piscas passam a ser transparentes, no lugar dos antigos amarelos.

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Salão Duas Rodas 2013.

Salão Duas Rodas começa dia 8 e espera 260 mil; veja como visitar.

Doni Castilho/UOL
  • Público lotou o Pavilhão de Exposições Anhembi na edição do Duas Rodas em 2011
A 12ª edição do Salão Duas Rodas começa em 8 de outubro, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo (mesmo local do Salão deo Automóvel). O maior evento do setor motociclístico na América Latina apresentará as novidades em motocicletas, equipamentos e acessórios até o dia 13. Segundo a organização do evento, são esperados mais de 260 mil visitantes.
Estão confirmados 384 expositores, distribuídos pelos 110 mil metros quadrados do Anhembi. Além dos lançamentos, há diversas atrações, como competições, shows de manobras radicais, sessões de autógrafos com pilotos, promoção do melhor motociclista do Brasil e test-drive com modelos da Honda, Yamaha, Ducati e Keeway. A feira brasileira está entre as cinco maiores do gênero no mundo.
INGRESSOS
A venda antecipada, que tem desconto, vai até dia 7/10 nos sites www.salaoduasrodas.com.brwww.ticketforfun.com.br. Para a abertura, dia 8, o ingresso sai por R$ 15. Os dias 9, 10 e 11 custam R$ 25. A entrada no sábado (12) e no domingo (13) sobe para R$ 35. Estudantes pagam meia, e a compra pode ser parcelada em até quatro vezes.
 
Após 7 de outubro, os ingressos só poderão ser comprados na bilheteria do Anhembi. As entradas custam R$ 20 (abertura), R$ 30 (demais dias de semana) e R$ 40 (fim de semana).  Membros de motoclubes e caravanas têm desconto adicional.
 
VISITANDO
Use calçados e roupas confortáveis. Será preciso cerca de quatro horas caminhando pelo pavilhão para ver todas as atrações da feira. A organização disponibiliza um aplicativo com o mapa, onde o usuário pode buscar por eventos, expositores, ver a programação completa e ainda passear virtualmente pelos estandes. O aplicativo para smartphones "Salão Duas Rodas 2013" é gratuito e pode ser encontrado na AppStore e na PlayStore.
 
No estacionamento, automóveis pagam R$ 30, e motos, R$ 20. O guarda-volumes no pavilhão pede mais R$ 15, caso seja preciso deixar lá um capacete. O movimento é maior no fim de semana e as filas costuma ser longas. Para quem vai de transporte público, há um ônibus gratuito que sai do shopping do terminal rodoviário do Tietê (metrô Portuguesa/Tietê, linha 1- Azul). Os embarques começam uma hora antes da abertura dos portões, e vão até uma hora após o fechamento da feira. Utilize o site da SPTrans para encontrar uma rota de ônibus até o local.

Serviço: Salão Duas Rodas 2013

Onde: Pavilhão de Exposições do Anhembi. Av. Olavo Fontoura, 1209 – Santana, São Paulo (SP) .
Quando: de 8 a 13 de outubro.
Quanto: de R$ 15 a R$ 100 (www.salaoduasrodas.com.br).
Horários: 14h-22h (8 a 12 de outubro); 11h-19h (13 de outubro).
Atrações: 384 expositores, com novidades em motocicletas, equipamentos e acessórios, competições, shows de manobras radicais e test-drive de modelos Honda, Yamaha, Ducati, e Keeway.

Ostentação: cliente encomenda moto folheada a ouro e com 268 diamantes.



Lauge Jensen Gold Bike
Para algumas pessoas, uma série limitada não é suficiente. A empresa dinamarquesa Lauge Jense, especializada em motos personalizadas de alto luxo, recebeu um pedido bem curioso para a unidade de número 66 de uma edição exclusiva de 500 motos. Um pedido, digamos, bem caro e extravagante.
Lauge Jensen Gold Bike
De acordo com a fabricante, o cliente pediu que a sua moto fosse folheada a ouro de 24 quilates e também recebesse arremetes com 268 diamantes, isso mesmo, 268 pedras de diamantes! Só isso já seria suficiente para garantir a exclusividade, mas o cliente também solicitou que o assento fosse revestido com couro de crocodilo.
O motor é um V2 de 1.807 cc que rende 90 cv com torque máximo de 14,3 kgfm. Com o peso total de 323 kg, a “Gold Bike” acelera de 0 a 100 km/h em 4 segundos e atinge a velocidade máxima de 200 km/h.
Lauge Jensen Gold Bike
E o preço? Já dá para imaginar que uma moto que tem ouro, diamantes, couro de crocodilo e um belo motor V2 não tem um preço amigável. O total do pedido ficou em 650 mil euros, ou seja, cerca de R$ 2 milhões.
Foram precisos seis meses para que o pedido ficasse do jeito que o cliente queria, mas a empresa fez uma observação: se a moto for usada por um longo período, o ouro presente no motor e escapamentos pode facilmente derreter. Em resumo, o cliente VIP comprou a moto por uma singela ostentação.
24/09/2013 Por:

MUDANÇA NO CÓDICO BRASILEIRO DE TRÂNSITO

RESOLUÇÃO N°453, DE 26 DE SETEMBRO DE 2013.
Disciplina o uso de capacete para condutor e passageiro de motocicletas, motonetas, ciclomotores, triciclos motorizados e quadriciclos motorizados.
O CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO - CONTRAN,no uso da atribuição que lhe confere o art.12, da Lei 9.503, de 23 de setembro de 1997, que institui o Código de Trânsito Brasileiro, e conforme o Decreto nº 4.711, de 29 de maio de 2003, que dispõe sobre a coordenação do Sistema Nacional de Trânsito,Considerando o disposto no inciso I dos artigos 54 e 55 e os incisos I e II do artigo 244 do Código de Transito Brasileiro, Considerando o inteiro teor do processo nº 80000.028782/2013-11, resolve:
Art. 1º É obrigatório, para circular na vias publicas, o uso de capacete motociclístico pelo condutor e passageiro de motocicleta,motoneta, ciclomotor, triciclo motorizado e quadriciclo motorizado,devidamente afixado à cabeça pelo conjunto formado pela cinta jugular e engate, por debaixo do maxilar inferior.
Parágrafo único. O capacete motociclístico deve estar certificado por organismo acreditado pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial - INMETRO, de acordo com regulamento de avaliação da conformidade por ele aprovado.
Art. 2º Para fiscalização do cumprimento desta Resolução, as autoridades de trânsito ou seus agentes devem observar:
I - Se o capacete motociclístico utilizado é certificado pelo INMETRO;
II - Se o capacete motociclístico está devidamente afixado à cabeça;
III - A aposição de dispositivo retrorrefletivo de segurança nas partes laterais e traseira do capacete motociclístico, conforme especificado no item I do Anexo;
IV - A existência do selo de identificação da conformidade do INMETRO, ou etiqueta interna com a logomarca do INMETRO,especificada na norma NBR7471, podendo esta ser afixada no sistema de retenção;
V - O estado geral do capacete, buscando avarias ou danos que identifiquem a sua inadequação para o uso;
Parágrafo único. Os requisitos descritos nos incisos III e IV deste artigo aplicam-se aos capacetes fabricados a partir de 1º de agosto de 2007.
Art. 3º O condutor e o passageiro de motocicleta, motoneta,ciclomotor, triciclo motorizado e quadriciclo motorizado, para circular na via pública, deverão utilizar capacete com viseira, ou na ausência desta, óculos de proteção, em boas condições de uso.
§ 1º Entende-se por óculos de proteção, aquele que permite ao usuário a utilização simultânea de óculos corretivos ou de sol.
§ 2º Fica proibido o uso de óculos de sol, óculos corretivos ou de segurança do trabalho (EPI) de forma singular, em substituição aos óculos de proteção.
§ 3º Quando o veículo estiver em circulação, a viseira ou óculos de proteção deverão estar posicionados de forma a dar proteção total aos olhos, observados os seguintes critérios:
I - quando o veículo estiver imobilizado na via, indepedentemente do motivo, a viseira poderá ser totalmente levantada,devendo ser imediatamente restabelecida a posição frontal aos olhos  quando o veículo for colocado em movimento;
II - a viseira deverá estar abaixada de tal forma possibilite a proteção total frontal aos olhos, considerando-se um plano horizontal,permitindo-se, no caso dos capacetes com queixeira, pequena abertura de forma a garantir a circulação de ar;
III - no caso dos capacetes modulares, além da viseira, conforme inciso II, a queixeira deverá estar totalmente abaixada e travada.
§ 4º No período noturno, é obrigatório o uso de viseira no padrão cristal.
§ 5º É proibida a aposição de película na viseira do capacete e nos óculos de proteção.
Art. 4º Dirigir ou conduzir passageiro em descumprimento às disposições contidas nesta Resolução implicará nas sanções previstas no CTB, conforme abaixo:
I - com o capacete fora das especificações contidas no art. 2º,exceto inciso II, combinado com o Anexo: art. 230, inciso X, do CTB;
II - utilizando viseira ou óculos de proteção em descumprimento ao disposto no art. 3º ou utilizando capacete não afixado na cabeça conforme art. 1º: art. 169 do CTB;
III - não uso de capacete motociclístico, capacete não encaixado na cabeça ou uso de capacete indevido, conforme Anexo:incisos I ou II do art. 244 do CTB, conforme o caso.
Art. 5º As especificações dos capacetes motociclísticos, viseiras, óculos de proteção e acessórios estão contidas no Anexo desta
Resolução.
Art. 6º O Anexo desta Resolução encontram-se disponíveis no sitio eletrônico www.denatran.gov.br.
Art.7º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.

Art. 8º Ficam revogadas a Resoluções CONTRAN nº 203, de 29 de setembro de 2006, nº 257, de 30 de novembro de 2007, e n°270,de 15 de fevereiro de 2008.

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

O que são bobbers e choppers?

   Chopper e bobber são dois termos capazes de gerar grandes discussões entre os apaixonados por motos, dada a desinformação e aos mitos que foram criados sobre as origens desses dois estilos. Para piorar, a internet e algumas revistas “especializadas”, muitas vezes misturam a origem e a função desses dois tipos de moto.
Bobbers, onde tudo começou
Uma Harley WLA Flathead 1942 bobber de época.
   As bobbers surgiram na década de 40, logo após a segunda guerra mundial, quando milhares de soldados que retornavam para suas pacíficas vidas, encontraram a emoção que a camaradagem que eles procuravam na motos.
Foram eles que criaram as primeiras bobbers: motos em sua mais pura essência, onde todo o supérfluo é retirado para deixá-las mais leves e rápidas. As customizações eram feitas na garagem de casa, com ferramentas e materiais simples, usando como base as motocicletas excedentes de guerra. Nelas, eram retirados os pesados paralamas, proteções, luzes indicadoras e, ao contrário das choppers, o quadro da moto era mantido original.
Segundo o Big Sid, a moda tomou força nos anos 50:
Quando as motos britânicas começaram a chegar no mercado Americano, a moda das bobbers tomou conta de vez. As motos britânicas eram mais rápidas, em parte porque eram mais leves, e elas começaram a vencer rachas e corridas na terra. No desespero, donos de Harleys e Indians começaram a modificar suas motos, tirando o máximo de peso possível para se manterem competitivos. Segundo Sid, bobbing era um termo usado em corridas de cavalo, onde os treinadores cortavam (to bob) o rabo de um cavalo.Algumas das características mais comuns das bobbers dessa época são a ausência ou a redução ao extremo do paralama dianteiro, o banco solo, o estilo minimalista, sem cromados ou adereços desnecessários, e as rodas dianteira e traseira de mesmo diâmetro para favorecer a ciclística.
Indian Scout 1940 bobber e a sua versão de fábrica.
Surgem as choppers
   Nos anos 60 começaram a surgir as primeiras motos com o garfo alongado, e algumas pessoas acreditam que elas foram feitas para terem mais estabilidade em altas velocidades nas longas e retas estradas americanas. Se é ou não o caso, a verdade é que em pouco tempo um frenesi tomou conta e uma nova subcultura surgia. O desempenho deu lugar para a estética, e a forma se tornava mais importante que a função: começava a era das choppers.
                 Garfos longos, muitas cores, cromados e nenhum freio dianteiro.
   Uma típica chopper dos anos 60, imortalizada por Peter Fonda em Easy Rider.
Assim como as bobbers, as choppers possuiam apenas o básico para funcionarem, e um nome também com uma origem similar. Bobber vem da expressão “deixar mais curto” (to bob, em inglês) enquanto chopper vem do verbo “cortar” (to chop, em inglês).
Mas o minimalismo era a única coisa em comum entre as duas tendências. As choopers não seguiam o visual moderado das bobbers, e entram em cena as cores psicodélicas, os cromados em abundância e os longos garfos dianteiros, que tornavam os freios dianteiros inviáveis, e por isso eram removidos. Infelizmente, a busca por um garfo cada vez mais alongado, aliado a soldas caseiras e o desconhecimento sobre as propriedades do metal, ceifaram a vida de muitos entusiastas na época. Não era incomum ouvir histórias sobre motos que simplesmente se partiram ao meio.
Surgiam também os adereços elaborados, feitos a mão, bancos colados no quadro, os comandos avançados e os guidões com os mais diferentes formatos. Os quadros dessas motos eram bastante modificados, sendo muitas vezes fabricados do zero.
Triumph 1964 Chopper
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                        japonesa
     Mas enquanto as bobbers eram um fenômeno típico das motos americanas, as choppers não possuíam nacionalidade. Motos europeias eram comumente convertidas, algo que começou a acontecer também com a chegada das japonesas nos anos 70
     
                      Bobbers e choppers de hoje 

  Nos anos 80 a febre das choppers foi deixada de lado, mas voltou com força total no final dos anos 90 graças aos programas de TV como Motorcycle Mania, de Jesses James da extinta West Coast Choppers, chegando finalmente ao mainstream com a novela pai e filho “American Chopper”.
As bobbers recentemente tiveram um novo boom, mas dessa vez seguiram o caminho das irmãs choppers. O público que procura por velocidade e motos customizadas se voltou para as modernas streetfighters, enquanto que os fabricantes de bobbers passaram valoriza-las pela estética. É o nascimento da retro-bobber e da chopper-bobber.
Desempenho ou estética? Um pouco de cada, ou de nenhum dos dois.
Agora você já sabe a origem histórica de ambos os modelos, pode tirar suas próprias conclusões sobre o que é ou não uma chopper e bobber.